E depois das Olimpíadas?

Nunca se viu tanta polícia nas ruas de Belo Horizonte como agora. Talvez um pouco parecido quando dos jogos da Copa do Mundo de 2014 na Capital.

Por onde se passa na cidade tem policial, a cada esquina tem três, quatro, cinco juntos, e se há um grande hotel no local, há um contingente de militares de todas as esferas nas imediações, diversas viaturas, ambulância e unidade dos bombeiros de plantão.

Segurança total para os atletas, as delegações e os Chefes de Estados e os turistas que aqui estão, participando e assistindo as competições das Olimpíadas. Nada mais justo e necessário.

Temos medo, e com muita razão, que passados os dias e noites dos jogos olímpicos no Brasil, tudo volte a ser como antes: polícia dentro dos quartéis e gabinetes,  assaltos, furtos e mortes a toda hora, ninguém podendo sair nas ruas, violência batendo recordes, alcançando índices que levam o país ao pódio da insegurança.

Medalhas vamos ganhar poucas, de ouro nem se fala, esporte no Brasil ainda é só futebol, e de homens, não temos times de mulheres, estamos longe de países desenvolvidos. Aqui ainda falta o básico, educação, e não temos políticos bem-intencionados, que não pensem só nos desvios, e sim no bem estar do povo e no país como nação forte.

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